Comum. Plebeu.
Um metro e
oitenta e um.
Podre de pobre.
Sempre deveu —
por isso, cobra:
acesso às cifras
e à cor do cobre!
Grita e se dobra.
E sofre e sofre.
Senha e cifra,
o sofrimento
obra, fabrica
a chave que abre
o cofre da cripta.
Poema inédito de Jorge Emil (2008)
domingo, 26 de abril de 2009
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